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Céltica

Atualizado: há 1 dia


Visto-me de visgo Visito a extensa vista Dentro de olhos outros Porque paisagem não se define No tamanho das coisas. Um cenário é sempre sagrado Porque nunca mais Irá repetir Cada olhar, um universo Cada respiro, ato de criação Pena não sabermos jamais Se do barro que viemos Nossos sonhos geraram, também, Outros perplexos seres Que se (entre)olham.


Marco Villarta Lavras/MG, 20 de março de 2018

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Marco Villarta

Professor universitário, pesquisador, poeta, ensaísta, escritor, tradutor. Doutor em Letras. Nascido em São José dos Campos/SP - Brasil. Curioso pela vida e pelas pessoas, pela arte e pelos sonhos.

Membro correspondente da Academia Jacarehyense de Letras

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