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Infinitos
- Marco Villarta

- há 2 dias
- 1 min de leitura
Infinito são dessaberes sem fim
Assim meio mal ajambrados
São as fortes gotas de chuva nos telhados
Quando parece que não vai parar
É o medo do escorrer dos mistérios
Quando o frio mais frio
Não é o das juntas que doem
Quando o tirintar dos ossos
Já não se pode mais ouvir
Infinito é o todo dentro do todo
Sem jamais terminar
Infinito são os sonhos deslembrados
É a memória dos toques no alheio corpo
Que estremecem nossas razões de existir
Marco Villarta
Lavras, 26 de junho de 2026.



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